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Sábado, Outubro 13, 2007
18:46
Hey Folks!
On 13th october we'll move to http://incubusbrasil.blogspot.com
We'll also post in english from now on!
Por Manu Paixão
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Quinta-feira, Outubro 11, 2007
12:44
A hora tá chegando!!
E com isso, começam a pipocar entrevistas dos caras do Incubus aos jornais daqui.
O Estadão foi o primeiro que encontramos:
Incubus, o híbrido que veio do metal
Brandon Boyd fala da nova fase da banda, que toca no domingo e na segunda com ingressos esgotados no Citibank Hall
Jotabê Medeiros
O grupo norte-americano Incubus surgiu nos anos 90 fortemente influenciado pelo Red Hot Chili Peppers, fazendo aquele tipo de funk metal misturado com hip-hop e rock alternativo. Em 2003, ganharam celebridade por um motivo prosaico: entraram com uma ação judicial na Justiça do Trabalho contra sua gravadora, a Sony Music, tentando romper contrato. Perderam. Agora em seu sexto disco, chegam ao Brasil pela primeira vez com uma legião significativa de fãs, que compraram todos os ingressos (cerca de 6,5 mil) para o show do Citibank Hall no domingo, 14, e segunda, 15.
Brandon Boyd, seu líder e vocalista, é uma daquelas personalidades 'cabeça' do rock, que gosta de pintura, desenho, fotografia, poesia. Boyd falou ao Estado na semana passada, por telefone, de Londres, onde a banda tocava - hospedava-se com o nome da atriz Mia Farrow, ex-senhora Woody Allen.
É a primeira vez que você vem à América do Sul?
É a segunda. Estivemos há dois anos com uma turnê que passou pela Venezuela, Colômbia. Foi muito bem-sucedida, mas não passamos pelo Brasil.
Você acaba de lançar um livro de arte, From the Murks of the Sultry Abyss, com desenhos, pinturas, fotos. Marilyn Manson também esteve aqui com uma mostra de pinturas. A música não é suficiente como forma de expressão para vocês?
Manson é um bom artista. Ele faz aquarelas, vi uma vez uma exposição dele. Nelas, ele consegue contar muito sobre si mesmo. Sempre acho que, na vida, o importante é ter capacidade de se expressar de um jeito criativo. Sou filho de uma pianista e cantora e de um guitarrista. Isso me impulsionou, desde pequeno, a buscar uma existência criativa. Encaro a arte como se fosse um tipo de guarda-chuva, aparando muitas formas de expressão e espalhando-as.
O nome do seu livro é uma referência a Carl Jung, o psicanalista. Você estuda psicologia?
Não, formalmente não. Entendo a psicologia como uma necessidade humana básica, e minha forma de dedicar-me à arte tem a ver com o princípio psicológico de aprender mais sobre meu comportamento. Implica observar a cultura, as pessoas em volta. Gosto de Jung porque ele pôs certas coisas não puramente científicos, mas humanos. Não é uma interpretação robótica, fundada em teorias. E é bastante poético.
Seu novo disco, Light Grenades, usa recursos dos DJs, e também sintetizadores Moog, um Theremin, Mellotron, efeitos. Pode-se dizer que isso representa uma evolução?
Gostaria de dizer isso, mas não posso. É a coisa mais difícil ser objetivo em relação ao seu próprio trabalho, analisar sua obra. A idéia de usar sons vintage só nos pareceu boa porque veio naturalmente, estava na frente dos nossos narizes. Acredito que usar uma mistura de tecnologia avançada e algo da tradição musical é um bom jeito de ir à frente. O que posso dizer é que é o álbum mais conciso que já fizemos.
Vocês têm um monte de baladas, como essa nova, Love Hurts, que têm peso de metal e letra dramática. Poderiam até ser chamados de emocore. O que acha da onda emo?
Acho que é um tipo de música pós-punk, com influência do hardcore. Não sou preconceituoso. Acho fascinante ver como a música se desenvolve como linguagem. O mundo do rock é assim, cheio de subdivisões. Eu não entendo direito o que significa emo, mas sei de onde vem aquela música, não consigo saber qual é sua origem. Há de fato muitos artistas comerciais entre aqueles identificados como emo, mas há outros que fazem bem o que sabem fazer. Transcendem o rótulo. Nós mesmos, quando começamos, fomos rotulados como post-metal, e nunca ficamos contentes com isso. Artista nenhum gosta de ser enquadrado numa categoria.
Por Helio
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12:09
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Por Manu Paixão
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Terça-feira, Outubro 09, 2007
20:06
Recepção Chilena
Ontem (segunda) a banda fez seu primeiro show no Chile (o segundo será hoje) e de acordo com relatos foi incrível. A chegada da banda a capital chilena já teve um ar de filme onde fãs correm loucos atrás dos Beatles, com direito a correria no aeroporto, na rua, gente plantada na porta de hotel. O empresário da banda - pouco tempo antes do show começar - deixou um post no forum americano dizendo que falou com tour manager que disse nunca ter ouvido tanta gente gritando daquele jeito e ainda disse "Fasten your seat belts Chile and enjoy the ride".
Segundo algumas resenhas o show foi sensacional, público toltalmente participativo e empolgado - muitas vezes com Brandon colocando o microfone para o público cantar - absolutamente lotado (os ingressos acabaram em menos de 1 semana). A recepção sulamericana já começou bem. Agora é só aguardar a nossa hora que esta mais perto do que nunca, faltam apenas 4 dias para o primeiro show.
E vale lembrar que no Rio ainda tem ingresso.
Abaixo algumas fotos no Chile:

Por Manu Paixão
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Quinta-feira, Outubro 04, 2007
04:15
Prêmio: EMA Missions in Music Awards
O Incubus foi convidado pela EMA (Environmental Media Association) para receber o prêmio "EMA Missions in Music Award" por conta dos benefícios "ao verde" inseridos na turnê americana. O prêmio sera recebido junto a Al Gore e Kevin Wall (produtor do Live 8). Isso se deu ao fato do engajamento da banda junto a Make Yourself Foundation (ONG criada pela banda) nas tentativas de diminuição da emissão de poluentes. A Make Yourself Foundation aproveitou para agradecer a todos (fãs e voluntários) que colaboraram para isso a acontecer.
Por Manu Paixão
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Sábado, Setembro 29, 2007
04:47
Novo Dvd
Depois de tanta especulação o dvd entitulado "Look Alive Documentary" esta prestes a virar realidade. Mike deixou uma notinha no MySpace dele falando do dvd e dos planos para o próximo ano. Sobre shows em 2008, por enquanto a banda não tem planos para tocar nos Estados Unidos nem na Europa, mas estão planejando shows na Austrália em fevereiro. Sobre o dvd - que terá 18 músicas e será lançado ainda esse ano em 27/11(segundo o empresário da banda) - ele falou que será uma espécie de documentário com cenas filmadas em vários lugares por onde eles passaram (Islândia, Dubai, Israel, Europa, EUA, etc) um show filmado em Chicago e outras coisas. Segundo ele há MUITO material. Parte da trilha sonora do documentário foi escrita por ele, que postou 3 dessas músicas (Lalala ZoomZoomZoom - Beach Blanket Beatdown - Get Your Pants and Go) no seu myspace inclusive uma delas (Lalala ZoomZoomZomm) para a surpresa geral uma bossa nova cantanda em português.
Por Manu Paixão
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Terça-feira, Setembro 18, 2007
16:13
Ingressos, só no Rio
Bom, não precisa explicar mais nada. Como já falamos esses dias, quem quiser ver os shows do Incubus em São Paulo (dias 14 e 15) e ainda não tem ingresso, só vai conseguir com cambistas ou garimpando pela internet (em algumas comunidades do Orkut pode ter gente querendo vender ou trocar seus ingressos). Nem no camarote tem mais.
Pro show do Rio, no dia 13, ainda tem ingressos para todos os setores, inclusive meia-entrada (que esgotaram bem rápido em SP).
Por Helio
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16:05
Sobrevivendo na estrada
Um dia antes do show em Jones Beach (NY), o DJ do Incubus, Chris Kilmore, ainda na Filadélfia, conversou com o pessoal do blog Limewire sobre os problemas de saúde que atingiram a banda, e como eles lidaram com isso. Nós traduzimos a entrevista:
Como esta indo a turnê?
Está sendo incrível estar na estrada, embora tivemos um começo pesado. Nós somos o tipo de banda que quando pisamos na estrada, ficamos viciados. A turnê é uma das coisas mais grandiosas, quando começamos (a atual turnê do Light Grenades), o primeiro show estava com os ingressos esgotados e fora de controle. Aí Brandon adoeceu – isso acontece quando se faz turnês durante o inverno – e todo o resto da banda também. Tivemos que cancelar uma série inteira de shows, não costumamos fazer isso.
Quanto tempo Brandon levou para se recuperar?
Algo como uma semana. Tivemos que cancelar 3 ou 4 shows. Para nós, isso foi um grande baque, mas nós superamos e remarcamos as datas. Daí fomos para a Europa e Mike teve uma síndrome do túnel carpal na mão. Ele vinha convivendo com isso há anos, mas chegou ao ponto dele estar no palco e sua mão travar. Antes disso, ele tinha dores depois dos shows e sempre colocava gelo na mão. No fim, não pôde mais tocar. Por sorte isso aconteceu no fim do show na Alemanha. Nós fomos para Paris no dia seguinte, mas Mike foi pra casa. Ele foi direto a um médico, que disse que ele tinha um dos piores casos de túnel carpal que ele já tinha visto e que ele precisava operar imediatamente se quisesse tocar guitarra de novo. Tivemos que cancelar o resto da turnê na Europa, América do Sul e Canadá.
Soou como um grande drama começando...
É, muito drama! Por sorte, conseguimos remarcar todas as datas e Mike se recuperou muito bem em pouco tempo.
A banda devia estar surtando antes da cirurgia do Mike...
O desconhecido assusta mais do que o conhecido.
Como todos estão agora?
Nós saímos dessa situação pra tocar em grandes festivais no exterior. Quando Mike voltou e começou a tocar, estávamos prontos para tocar todas as músicas e começamos a turnê americana. Tudo voltou ao normal e todos estamos saudáveis.
Você tem tocado em grande parte das músicas do Light Grenades. Qual foi sua reação dessa maior participação na banda?
Todo mundo tem gostado disso, ate os DJ's mais radicais. Nós tocamos um dia desses em um festival e eu vi o MixMaster Mike, que toca com os Beastie Boys. Ele é meu amigo e me parabenizou pelo que estou fazendo. Ele é o mesmo tipo de cara que eu, sempre interessado em explorar novas coisas.
O Incubus vai tocar em Jones Beach amanhã. Você tem alguma recordação especial de tocar em New York?
Ah, sim. Nós tocamos em Roseland dois dias seguidos (sábado e domingo) depois do 11 de Setembro. Foi muito especial para a gente. A primeira vez que lotamos o Madison Square Garden, foi uma incrível sensação que nunca vamos esquecer. Lembro quando vi Michael Jackson lá e quando era criança e ia ver os Knicks.
Ninguém mais quer ver os Knicks jogarem hoje em dia...
Ninguém mais!
Vocês estão compondo alguma coisa nova nessa turnê?
No momento, o novo álbum tem vários singles, como “Anna Molly,” “Dig” e “Oil and Water”. Em outros países, “Love Hurts” está estourando. O álbum ainda tem vida própria e estamos tentando manter o trabalho nisso por enquanto.
Então talvez um novo álbum em 2008?
Talvez. Somos o tipo de banda que sempre está compondo e chegando com alguma idéia nova. Todas as coisas ruins estão pra tras e os shows estão incríveis. Agora estamos só nos divertindo.
[link]
Por Helio
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Quinta-feira, Setembro 06, 2007
18:42
Promoção Cidade Web Rock
O site Cidade Web Rock esta sorteando ingressos para os shows do Incubus. Basta dizer aonde você prefere ver o show, no Rio ou em São Paulo e esperar o sorteio dia 11/10. Para mais informações é só visitar o site .
Por Manu Paixão
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Segunda-feira, Setembro 03, 2007
18:01
MTV EMA 2007
O Incubus esta na lista das bandas pré-selecionadas para concorrer a Melhor Banda e Melhor Atuação ao vivo, no MTV Europe Music Awards 2007 em Munique (Alemanha). Para votar aí vão os links:
Melhor Banda
Melhor Atuação ao vivo
Ingressos esgotados em São Paulo
Sobre os shows no Brasil - como muitas pessoas já sabem - de acordo com o site da Ticketmaster os ingressos do show do domingo (14/10) em São Paulo já estavam esgotados e os da segunda esgotaram esses dias. Quem ficou sem, ainda pode tentar alguma coisa nas comunidades do orkut ou esperar pelos cambistas.
Por Manu Paixão
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